segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Teoria do vértice das Funções matemáticas aplicada à vida e à técnica musical
Jesus estava andando no Monte das Oliveiras quando se virou e falou pros discípulos:
- Em verdade, vos digo: y = 3x²-5x+13.
Os discípulos se entreolharam
- O que é isso, Jesus?
no que ele retrucou:
-Nada não, é só uma parábola!
Pois é, já que esse lugar ninguém me impede de exprimir meus devaneios nerds, aproveito pra falar sobre a parábola.
As coisas na Vida geralmente se apresentam em forma de equações de graus mais ou menos complexos, mas, pra exemplificar meu raciocínio, vou usar só a parábola mesmo.
Usando características de personalidade, ou as coisas da vida como unidade pro eixo Y e o eixo X como medida de tempo ou coisa que o valha, existe um ponto ótimo de aproveitamento das coisas, situado no vértice da parábola. Se situar em torno deste vértice é o objetivo de quem busca se aprimorar de alguma forma. O que foge dessa região tende a ser muito extremista de alguma forma, e, portanto, indesejável.
Aplique isso a qualquer situação: por exemplo, execução técnica em qualquer instrumento.
O cara que não toca absolutamente nada enche o saco errando coisas facílimas, não consegue passar qualquer idéia musical. Enfim, um desastre. Dai ele estuda até desenvolver isso tudo, chegando no ponto ótimo, apresentando idéias altamente musicais com desenvoltura e clareza.
Mas, a partir de certo ponto, se o cara não consegue parar de estudar e só pensa em técnica e execução, passa do ponto, enche o saco acertando coisas dificílimas, e de novo não consegue passar qualquer idéia musical. Enfim, um desastre.
Usei este exemplo musical só pra ilustrar que existe sim uma grande relação entre a matemática e as coisas da alma. Inclusive indo mais fundo, se essa mesma pessoa soma esse estudo da técnica a outros assuntos musicais, focado em manter um nível crescente de musicalidade (uma outra função matemática), as duas funções se multiplicam, gerando uma equação de terceiro ou quarto grau (no caso do terceiro, quando se chega ao vértice da coisa, ao invés da cosia desandar, ela continua subindo, ou no quarto grau, ele multiplica o número de vértices positivos pra coisa, o que não deixa de ser bom)
Então, o grande lance é estar sempre atento se a gente está passando do ponto em algum aspecto, e se há maneiras de melhorar o geral de tudo, somando ou multiplicando as funções.
Obviamente que a teoria é mais simples e bonita que a prática, mas vamos tentando.
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